A presença do “eu não professor” em sala de aula: o uso de gostos pessoais para cativar e melhorar o ambiente de aprendizagem em sala

Kymhy Hendges Mattjie Amaral

Resumo


O presente artigo discorre sobre a ideia de como o professor pode usar o seu “eu”, as suas características pessoais, talvez seus hobbies que aparecem fora da sala de aula, para cativar os alunos e, assim, a partir da conquista, melhorar o ambiente de aprendizagem na sala de aula. Ao mesmo tempo, pretende-se ver como essa ‘quebra’ da imagem sedimentada que se tem hoje do professor ocorre nesses casos, influenciando o processo de ensino e aprendizagem. Além disso, pretende-se demonstrar que os gostos em comum entre professor e aluno podem desempenhar um papel fundamental no aprendizado.


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Referências


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Revista Acadêmica Licencia&acturas - (ISEI)

ISSN versão eletrônica: 2525-5754